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notícias - informação económica

Mudanças na estrutura das exportações

 

Embora classificado como sendo de “baixa tecnologia”, o sector dos produtos alimentares, bebidas e tabaco, tem evidenciado, sobretudo mais recentemente, um forte dinamismo.


Nos últimos anos tem-se verificado uma alteração significativa da estrutura das exportações portuguesas no sentido da perda acentuada do peso dos sectores classificados como de baixa tecnologia (9,1 p.p. entre 2001 e 2007). O contraponto desta evolução não é, contudo o mais positivo: esta diminuição da importância dos sectores de baixa tecnologia foi compensada, quase totalmente, pelo acréscimo dos sectores de média-baixa tecnologia (8,5 p.p.), enquanto que o peso dos sectores de média-alta e alta tecnologia permanece praticamente estagnado. Os dados mais recentes (de Janeiro a Agosto de 2008) vêm reforçar esta conclusão, com um aumento expressivo (2,3 p.p.) do peso dos sectores de média-baixa tecnologia relativamente ao período homólogo de 2007.

Estes dados devem, contudo, ser lidos com algumas reservas. De facto, a classificação da OCDE, ao seguir como único critério as despesas de I&D associados à produção e ao basear-se num conjunto específico de países, não terá aderência total à realidade portuguesa. Assim, não é de excluir que ramos incluídos pela OCDE na categoria de alta tecnologia se desenvolvam em Portugal incorporando tecnologia em graus menos avançados.

Do mesmo modo, a categoria de baixa tecnologia parece abranger em Portugal actividades com uma posição avançada na cadeia de valor, nomeadamente os têxteis e calçado técnicos, cuja importância não deve ser minimizada no âmbito da reestruturação do tecido industrial português.

Além disso, notamos, dentro de cada uma das classificações da OCDE, evoluções muito díspares. Assim, a redução do peso dos sectores considerados como de baixa tecnologia é explicada pelo comportamento das exportações de têxteis, vestuário e calçado, enquanto que o sector dos produtos alimentares, bebidas e tabaco, embora classificado como sendo de “baixa tecnologia”, tem evidenciado, sobretudo mais recentemente, um forte dinamismo (as suas exportações aumentaram 13,6% nos últimos oito meses, em termos homólogos, enquanto que a média dos produtos industriais foi de 2,3%).


Gabinete de Estudos da AEP


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