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notícias - informação económica

Actualização de 2,9% não pode ser referencial

 

Tendo em conta a influência sobre os salários nas empresas, a actualização salarial de 2,9% da função pública poderá causar dificuldades acrescidas nos sectores mais expostos à concorrência internacional.


De acordo com um estudo recente do BCE, Portugal é um dos cinco países da zona euro (a par da Itália, Grécia, Holanda e Finlândia) onde os aumentos salariais nominais decididos para o sector público influenciam significativamente a evolução no sector privado.

Estas conclusões têm importantes implicações, dado que os aumentos salariais afectam a competitividade-custo do sector transaccionável, que é determinante para o crescimento económico, sobretudo numa pequena economia aberta como a portuguesa.

Mesmo para uma inflação esperada de 2,5%, a actualização salarial de 2,9% da função pública em 2009 foi considerada excessiva por diversas associações empresariais, entre as quais a AEP. Presentemente, as perspectiva para a inflação em 2009 são muito inferiores (1%, segundo os últimos números do Banco de Portugal) tornando ainda mais pertinentes as críticas e alertas que em Outubro se fizeram ouvir.

De facto, tendo em conta a influência sobre os salários nas empresas, a actualização salarial de 2,9% da função pública poderá causar dificuldades acrescidas nos sectores mais expostos à concorrência internacional e aumentar ainda mais o desemprego. Embora a referida actualização esteja em linha com o crescimento previsto dos salários nominais na União Europeia, se for adoptada pelo sector privado, levará ao agravamento dos custos laborais unitário relativos, dado que a produtividade nacional deverá estagnar, ao contrário dos restantes países (subida de 1,1%, segundo as previsões de Outono da Comissão Europeia).

Se é certo que, nos últimos anos, os funcionários públicos têm tido aumentos salariais inferiores aos do sector privado e têm visto o seu poder de compra reduzido, também é verdade que qualquer trabalhador do sector privado preferiria de bom grado trocar qualquer aumento salarial pela estabilidade de emprego inerente à função pública.

É pois da maior importância que, nas negociações salariais para 2009, a lógica preponderante seja a da salvaguarda das condições de competitividade externa, abandonando-se o referencial dado pelos aumentos no sector público.

Gabinete de Estudos da AEP


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