AEPortugal

Associação Empresarial de Portugal

Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017.Visitante

Login Pedido de Informação Imprimir

 

 

AEPortugal

Informação Económica

Formação

 

AEP Projetos

 

Feiras

Internacionalização

Enterprise Europe Network

Qualidade

Ambiente e Energia

S S T

Sistemas de Incentivos

Jurídico

AEPortugal

AEP

Apresentação

Breve Historial

Orgãos Sociais 2017 - 2020

Organograma

CSA  -  Conselho Superior
 Associativo

Intervenções Institucionais

Inscrição em Eventos

Biblioteca AEP On-line

Newsletters AEP

Subscrever Newsletters AEP

Publicações AEP

Recursos Humanos

AEPortugal

SÓCIOS

Admissão

Actualização de Dados

548.000 Maiores Empresas

Económico Digital

CONTACTOS

AEPortugal

FUNDAÇÃO AEP

APCER

CESAE
Católica Porto Business  School
Exponor
Exponor - Brasil
Formação PME
IDIT
Parque - Invest
 
 

 

 

   

 

     Logo facebook

 

 

A E Portugal : notícias
 

notícias - informação económica

Rating mais baixo, crédito mais difícil

 

No curto prazo, justificam-se medidas que possam compensar os efeitos negativos de um financiamento externo à economia portuguesa mais caro e mais escasso.


Face à revisão em baixa do rating atribuído à Republica Portuguesa pela Standard & Poor’s, interessa responder de forma eficaz às consequências negativas que poderá representar para a economia portuguesa.

Sem prejuízo de alguns erros de notação recentemente cometidos por agências de rating, no longo prazo, o recado está dado na análise feita pela própria Standard & Poor’s: “a implementação efectiva de uma política que promova uma maior consolidação orçamental, juntamente com reformas económicas estruturais para melhorar a produtividade e reduzir os desequilíbrios externos, deverá suportar os ratings no longo prazo”.

No curto prazo, justificam-se medidas que possam compensar os efeitos negativos de um financiamento externo à economia portuguesa mais caro e mais escasso. Falamos em economia portuguesa e não apenas em Estado, porque a degradação do rating da República afectará directamente as empresas públicas, bem como as instituições financeiras que contam com a garantia do Estado para se financiarem nos mercados internacionais.

Se o facto do financiamento ficar mais caro não é tão grave (a redução das taxas de juro de referência compensará o eventual aumento dos spreads) a sua maior escassez já poderá ser mais problemática.

De facto, com um rating pior, haverá menos entidades dispostas a conceder crédito, sobretudo quando muitos Estados soberanos com melhores notações e bancos com garantias concedidas por esses Estados estão a concorrer por mais financiamentos.

O principal problema para a nossa economia é pois o facto de, dadas as maiores dificuldades em se financiarem nos mercados internacionais, os bancos portugueses terem uma menor capacidade para concederem crédito aos seus clientes, particulares e empresas.

Nestas circunstâncias, os bancos portugueses têm ainda uma outra condicionante: de acordo com o que foi anunciado em Novembro pelo Banco de Portugal, terão de passar a respeitar, até Setembro, um rácio de solvabilidade Tier 1 de 8%. Tal exigência vem tornar mais sólida a imagem da banca portuguesa nos mercados internacionais mas, por outro lado, vem limitar a muitos bancos a sua capacidade para conceder crédito à economia.

Assim, a AEP vem propor que, dadas as circunstâncias de excepção, a exigência de um rácio de solvabilidade mais elevado seja reportada para finais de 2010, dando mais tempo aos bancos para se recapitalizarem, numa conjuntura mais propícia, e facilitando, nos meses mais próximos, o financiamento de que a economia real tanto carece.


Conselho de Administração da AEP


A E Portugal : Informação de Rodapé

Design por: www.designarte.pt

Desenvolvido por CESAE: www.cesae.pt

Webmaster: dti@mail.cesae.pt