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notícias - informação económica

Actividade industrial acentua quebra

 

Enquanto o índice de produção industrial exibiu um comportamento negativo desde o início de 2008, o índice de volume de negócios apenas começou a recuar de forma mais marcada na parte final do ano.


A informação mais recente da actividade industrial confirmou uma quebra bastante significativa da produção em 2008 e indicou um recuo das vendas com origem no mercado externo, reflectindo a conjuntura recessiva associada à grave crise financeira internacional, que continua a retrair a actividade no presente ano.

De acordo com a série revista do INE, já na base 2005 e tendo em conta a última revisão da CAE, o índice de produção industrial recuou 4% no conjunto de 2008, em claro contraste com a subida de 1,8% registada no ano precedente. Apenas os ramos com peso bastante reduzido aumentaram a produção em 2008 (8,9% nas indústrias extractivas e 13% nas de recolha, tratamento e eliminação de resíduos). O ramo da indústria transformadora, com um peso próximo de 80%, evidenciou uma descida de 3,9%, repartida, grosso modo, entre 4,4% nas indústrias de bens de investimento, 4,2% nas de bens de consumo e 2,3% nas de bens intermédios.

No que se refere à nova série do índice de volume de negócios, a taxa de variação nominal passou de 1,6% em 2007 para -0,7% em 2008 (0%, no caso da indústria transformadora), dividida entre 0,5% no mercado nacional e -2,5% no mercado externo. Enquanto o índice de produção exibiu um comportamento negativo desde o início de 2008, o índice de volume de negócios apenas começou a recuar de forma mais marcada na parte final do ano, numa altura em que os preços à saída de fábrica já estavam em abrandamento devido à correcção em baixa das cotações das matérias-primas face aos máximos históricos registados até ao início do segundo semestre.

Já no presente ano, os dados da produção e das vendas referentes a Janeiro mostraram um agravamento muito acentuado do ritmo de perda homóloga, em particular na indústria transformadora (para 20,4% e 22,2%, respectivamente), a reflectir o quadro recessivo a nível mundial. As perspectivas para os próximos meses não são muito animadoras, tendo em conta o inquérito de Fevereiro, esperando-se apenas uma atenuação das perdas.


Gabinete de Estudos da AEP


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