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Export Home Angola foi inaugurada no passado dia 30 de Julho por governantes angolanos e pelo Secretário de Estado Fernando Serrasqueiro

 

Primeira feira da Exponor em Luanda supera as expectativas mais optimistas


▪ Esperados 10 mil visitantes profissionais nos quatro dias do certame

Com 83 expositores e 10 mil visitantes profissionais em perspectiva, abriu no passado dia 30 de Julho de 2009, em Luanda, a primeira edição da Export Home Angola, a primeira feira que a Exponor, líder do sector em Portugal, organiza naquele país africano de língua oficial portuguesa.

Representativo da qualidade e variedade da produção de mobiliário e material de decoração dos dois países, o certame será inaugurado por membros do Governo de Angola e pelo Secretário de Estado português do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro.

Durante quatro dias (de 30 de Julho a 2 de Agosto) e em cerca de 3.000 metros quadrados dos pavilhões 1 e 2 do parque da Feira Internacional de Luanda (FIL), 76 empresas portuguesas e sete angolanas vão apresentar as suas colecções mais recentes de mobiliário, decoração, artigos para casa e hotelaria, iluminação e têxteis-lar. “Tratando-se da primeira feira que realizamos em parceria com a FIL, estamos bastante satisfeitos e podemos falar já num êxito, pois as nossas expectativas mais optimistas foram superadas”, adianta o director-geral da Exponor, José Carlos Coutinho.

“A feira foi lançada em Portugal apenas em Março, aquando da 21.ª edição da maior feira nacional de mobiliário e decoração, e menos de cinco meses depois temos em Angola uma mostra profissional que evidencia a qualidade de fabrico, a variedade e o design da produção portuguesa, o que vai ao encontro das necessidades do trade, das famílias e da economia angolanas. A indústria portuguesa e os expositores-âncora da nossa Export Home acreditaram no projecto e estou certo que saberão responder, com parcerias locais ou investindo directamente, ao desafio que será equipar com todas as condições de conforto um milhão de fogos que Angola tem em construção ou em fase de lançamento”, salienta o responsável da participada da Associação Empresarial de Portugal especializada na organização de feiras.

O Presidente do Conselho de Administração da FIL, José Matos Cardoso, também está animado das melhores expectativas: “Tem tudo para ser uma excelente feira, uma vez que se enquadra na resposta que o país está a dar ao objectivo nacional de construir um milhão de fogos nos próximos anos”, disse, há dias, à margem de uma reunião que o trouxe ao Porto, onde assegurou a colaboração da AEP e da Exponor na construção do novo parque de feiras e exposições da capital angolana, projecto da ordem dos 220 milhões de euros que deverá arrancar no próximo ano.

“Para o consumidor angolano, é uma oportunidade para contactar com outras soluções em termos de arquitectura de interiores e equipamentos para casa, com qualidade e a preços mais aceitáveis. Mas, creio que também será muito positivo para as empresas portuguesas, que, no imediato, alargam a sua base exportadora e podem, a prazo, posicionar-se como investidores capazes de aproveitar o potencial madeireiro de Angola. Pessoalmente, gostaria muito que a Export Home Angola servisse também de plataforma facilitadora do investimento industrial português no país”, acentuou o presidente da FIL.

Aliás, tanto as autoridades como o sector financeiro angolano estão a acompanhar a realização da feira “com muito interesse”, segundo José Carlos Coutinho. O Banco de Fomento de Angola constituiu-se como parceiro dos organizadores e a Agência Nacional para o Investimento Privado, congénere da AICEP naquele país africano de língua oficial portuguesa, já fez saber aos expositores portugueses da sua receptividade em “apoiar parcerias com investidores locais na abertura de operações industriais ou representações comerciais”, destaca o director-geral da Exponor.

A confirmar-se a visita dos 10 mil profissionais, oriundos de Angola e de outros países africanos, que são esperados num certame que José Carlos Coutinho define como a “maior presença da indústria portuguesa da fileira casa numa feira realizada no estrangeiro”, a versão angolana da Export Home passará a realizar-se anualmente.
Ainda este ano, entretanto, a Exponor promove na FIL, entre 19 e 22 de Novembro, as réplicas africanas de três outros formatos do seu portefólio, reunindo num só certame produtores de máquinas-ferramenta e acessórios para indústria (EMAF), de máquinas para trabalhar madeira (FIMAP) e de produtos eléctricos e electrónicos (SIEEL). Também dirigida a profissionais, esta feira terá periodicidade bienal.

Nos propósitos dos responsáveis da Exponor está também a organização, em 2010, das versões angolanas da Expocosmética (estética e cabelos) e da Normédica/Ajutec (saúde e ajudas técnicas e novas tecnologias para pessoas com deficiências).


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