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notícias - informação económica

Sinais de retoma no sector exportador

 

Há sinais de que a economia portuguesa está a responder positivamente e com um assinalável sincronismo a uma retoma mundial que parece estar a chegar mais cedo do que o previsto há alguns meses.


Depois de uma semana marcada pela revisão em alta das previsões económicas internacionais para 2009, os dados das contas nacionais trimestrais do INE dão-nos sinais de que a economia portuguesa está a responder positivamente e com um assinalável sincronismo a uma retoma mundial que, apesar de tímida e incerta, parece estar a chegar mais cedo do que o previsto há alguns meses.

Podemos agora perceber melhor os factores que explicam o aumento trimestral do PIB de 0,3%, valor agora confirmado e que, em termos técnicos, retira a economia portuguesa duma situação de recessão.

Ainda que o consumo e o investimento tenham registado quedas trimestrais (em cadeia) menos pronunciadas, a principal explicação para o comportamento do PIB encontra-se no comércio externo.

De facto, após quatro trimestres consecutivos em queda, as exportações cresceram 1,2% entre o primeiro e o segundo trimestre, enquanto as importações (ainda sensíveis à queda da procura interna) caíram 3,2%.

O ramo que melhor desempenho mostrou neste trimestre foi precisamente o que (a par da Construção) mais caiu ao longo dos quatro trimestres anteriores – a Indústria. Este facto é, aliás, compatível com os indícios de uma recuperação baseada, mais uma vez, no sector exportador.

Igualmente positivo é o facto dos stocks terem diminuído, o que vem contrariar os receios de que o aumento da produção tivesse por base um factor meramente temporário, como a reposição de stocks.

Além disso, partindo da hipótese de crescimento pouco mais que nulo nos próximos dois trimestres, é possível arriscar para 2009 uma queda anual do PIB inferior a 3%, menos grave do que os 3,5%, 3,7% ou 4,1% previstos respectivamente pelo Banco de Portugal, Comissão Europeia e OCDE.

Estes primeiros sinais não passam, contudo, de sinais. Não podemos esquecer a incerteza que envolve a evolução da economia nacional e internacional e o risco de eventuais retrocessos na retoma. As exportações estão ao nível de 2004 e a Indústria a produzir o mesmo que em finais de 1996. O emprego continua a cair. Justifica-se algum ânimo, mas nunca qualquer alívio das medidas de combate à crise ou dos esforços e sacrifícios no dia-a-dia das empresas.


Gabinete de Estudos da AEP


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