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notícias - informação económica

Queda do dólar prejudica retoma

 

Estão reunidos vários factores para que a tendência para a depreciação do dólar persista. Só os receios de uma perda papel internacional da moeda norte-americana podem conduzir a uma actuação eficaz para travar a sua queda.


Com os primeiros sinais de que a retoma da economia europeia (e portuguesa) estará a chegar mais cedo do que o previsto, surgem também sinais de ressurgimento de duas tendências que poderão bloquear ou, pelo menos, enfraquecer essa mesma retoma.

Referimo-nos, concretamente, ao aumento dos preços do petróleo e da generalidade das matérias-primas e à depreciação do dólar. Centrando-nos nesta última tendência (que, aliás, influencia também a primeira), constatamos que o euro está a apreciar face ao dólar desde finais de Fevereiro, situando-se presentemente a sua cotação em torno dos 1,5 dólares.

Tendo em conta o persistente e profundo desequilíbrio externo norte-americano, a sua baixa remuneração e a menor procura de dólares como moeda de refúgio, num contexto de maior optimismo quanto à retoma da economia mundial, estão reunidos vários factores para que a tendência para a depreciação do dólar persista, apesar das já habituais declarações dos responsáveis norte-americanos a favor de um dólar forte.

Além disso, mantendo a generalidade das moedas das economias emergentes uma estreita ligação com o dólar (a China reforçou-a em Julho de 2008), os desequilíbrios registados na economia norte-americana continuam a repercutir-se desproporcionadamente na cotação do euro, que se tornou a moeda de ajustamento às flutuações do dólar.

Esta evolução tem consideráveis consequências sobre a competitividade externa da Europa. Com efeito, existem estudos que estimam o valor de equilíbrio do euro face ao dólar em torno de 1,15 e que sustentam que qualquer oscilação 20% acima ou abaixo deste valor provocaria ganhos/perdas anormais de competitividade. Como podemos verificar, nos últimos dois anos, a cotação só esteve abaixo do limiar de 1,38 dólares entre o início Outubro de 2008 e meados de Maio passado.

Face a esta situação, a política cambial na zona do euro continua a reduzir-se a meras declarações de preocupação por parte dos seus responsáveis. Neste enquadramento, só os receios de uma perda do papel internacional do dólar podem conduzir a uma actuação eficaz para travar a sua queda.


Gabinete de Estudos da AEP


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