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notícias - informação económica

Indústria volta a atenuar perda no terceiro trimestre

 

No terceiro trimestre, a actividade industrial em Portugal evidenciou uma nova atenuação da quebra homóloga da produção e das vendas, num contexto de gradual normalização das condições de procura.


A informação mais recente sobre a actividade industrial em Portugal evidenciou uma nova atenuação da quebra homóloga da produção e das vendas no terceiro trimestre, num contexto de gradual normalização das condições de procura, tanto externa como interna.

Na produção, o índice geral passou de uma descida homóloga de 9,3%, no segundo trimestre, para 7,2% no terceiro, com um desagravamento significativo na indústria transformadora (4,8 pontos percentuais, para 7,3%). Dentro da indústria transformadora, a melhoria de andamento foi mais saliente nas indústrias de bens de consumo, seguidas pelas de bens intermédios. Em sentido contrário, as indústrias de bens de investimento agravaram a quebra, revertendo parte da melhoria registada no segundo trimestre.

Ao nível das vendas, os dados do terceiro trimestre mostraram um recuo da perda homóloga para 16,2% (após 20,9% no trimestre de Abril a Junho), liderado pelo mercado externo, que se manteve, ainda assim, o mais negativo. A evolução das vendas foi determinada pela indústria transformadora, que registou um desagravamento igual ao da produção. Nas indústrias de bens intermédios e de investimento, a redução da quebra das vendas foi superior à da produção devido ao escoamento de stocks. Nas indústrias de bens de consumo, pelo contrário, o processo de reconstituição de stocks parece já ter-se iniciado, justificando o contraste entre o desagravamento ligeiro nas vendas e a melhoria significativa na produção.

Em termos de perspectivas, os dados do inquérito à indústria transformadora de Outubro sugerem uma evolução mais favorável da produção devido à reconstituição de stocks, possibilitada pela retoma gradual da carteira de encomendas. Apesar dos sinais positivos, duas tendências recentes, já aqui apontadas neste mesmo espaço, suscitam preocupação no que toca à sustentabilidade da retoma esperada da actividade industrial: a elevada cotação do euro face ao dólar e o ressurgimento dos preços da energia e outras matérias-primas, colocando dificuldades financeiras acrescidas às empresas.


Gabinete de Estudos da AEP


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