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notícias - informação económica

Endividamento insustentável

 

Recuperação da economia portuguesa terá de assentar nas exportações, na contenção do consumo (público e privado), na contenção salarial e no aumento das taxas de poupança.


Pese embora a retoma conjuntural, ainda que ligeira, prevista pelo Banco de Portugal no seu último Boletim Económico, persiste uma enorme preocupação com o potencial de crescimento da economia nacional, que se terá reduzido de forma significativa no contexto da recente crise. Esta questão é fundamental, tanto mais que o aumento do crescimento potencial é essencial para reduzir o desequilíbrio externo do país, sem que seja necessário um forte ajustamento do consumo ou uma penalização prolongada do esforço de investimento.

Para 2010, o Banco de Portugal prevê um agravamento das necessidades de financiamento externo (de 8,2% para 9,8% do PIB), o qual reflecte uma ligeira deterioração da balança comercial e, sobretudo, um progressivo aumento do défice da balança de rendimentos, resultante quer do aumento das taxas de juro quer do aumento do nível da dívida externa líquida que é preciso remunerar.

Esta previsão revela bem a insustentabilidade do actual nível de endividamento externo, alimentado por um desequilíbrio crescente, bem como o carácter meramente conjuntural da redução das necessidades de financiamento em 2009 (decorrente, sobretudo, da descida do preço do petróleo e das taxa de juro).

Note-se, finalmente, a este respeito, o contraste entre as administrações públicas, que registaram, no ano passado, um agravamento acentuado das suas necessidades de financiamento, e o sector privado, que, dado o aumento da taxa de poupança dos particulares e a queda profunda do investimento, experimentou uma importante redução nessas necessidades.

A recuperação da economia portuguesa vai ser lenta e de terá de assentar, necessariamente, nas exportações, na contenção do consumo (público e privado), na contenção salarial e no aumento das taxas de poupança. O investimento terá de aumentar, mas terá de ser canalizado para sectores que tenham capacidade para incrementar as exportações ou reduzir as importações.

Consequentemente, é preciso que os sectores produtores de bens e serviços transaccionáveis aumentem o seu peso na economia, por contrapartida da redução do peso dos serviços não transaccionáveis e das administrações públicas.


Gabinete de Estudos da AEP


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