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notícias - informação económica

Actividade industrial recupera no início de 2010

 

Depois de um primeiro trimestre muito negativo, a evolução da actividade industrial foi melhorando até final de 2009, reflectindo o desempenho positivo da indústria transformadora.


Os dados mais recentes da indústria portuguesa mostraram uma retoma da actividade no início do 2010, confirmando ainda que 2009 foi o ano mais negativo da década para o sector. A produção industrial diminuiu 8,3% em 2009, tendo-se verificado uma perda ainda mais forte nas vendas (16,4%, em contraste com a subida de 1,2% em 2008) devido à quebra dos preços à saída de fábrica. O recuo das vendas foi mais acentuado no mercado externo (19,9%), embora este tenha registado um desagravamento homólogo mais rápido, após o primeiro trimestre.

De facto, depois de um primeiro trimestre muito negativo, a evolução da actividade foi melhorando até final de 2009, reflectindo o melhor desempenho da indústria transformadora. A descida homóloga da produção deste ramo reduziu-se de 16,4% no primeiro trimestre para 3,6% no quarto (e de 23,4% para 4,5% no caso das vendas).

A melhoria intra-anual estendeu-se aos principais agrupamentos da indústria transformadora, já com uma ligeira retoma da produção no quarto trimestre ao nível dos bens de consumo, que evidenciaram o comportamento menos negativo da actividade em 2009 (com uma descida de 4,4% na produção e de 6,7% nas vendas). A quebra anual de produção dos bens de investimento (17,6%) foi superior à dos bens intermédios (12,6%), embora o contrário tenha sucedido no caso das vendas, devido à diferente evolução dos preços nos dois agrupamentos.

Já em Janeiro, a produção industrial aumentou 3,1% em termos homólogos (2,5% na indústria transformadora) e as vendas melhoraram 10,5%, antevendo-se a continuação da tendência de recuperação, tendo em conta o inquérito à indústria transformadora de Fevereiro e os sinais de retoma económica no exterior. Permanecem, contudo, vários factores de risco para as empresas, com destaque para a provável subida dos preços da energia e matérias-primas, e a irregularidade na evolução da procura, a nível externo e interno. Nesta altura, estão na ordem do dia as pressões de reequilíbrio das contas públicas nacionais, e também de outros países da UE, sendo que a aplicação do PEC irá condicionar a actividade dos sectores industriais mais dependentes da procura pública.


Gabinete de Estudos da AEP


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