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notícias - informação económica

Progressos na inovação em Portugal

 

As conclusões do relatório da Comissão Europeia sobre inovação são bastante animadoras, ao darem sinais de que o nosso país tem registado progressos assinaláveis em indicadores chave de inovação.


A Comissão Europeia divulgou recentemente o European Innovation Scoreboard 2009, estudo que compara os desempenhos de 32 países europeus, em matéria de inovação.

Na análise, a Comissão utiliza como instrumento principal o Summary Innovation Index (SII), um índice compósito que integra 29 indicadores. Apesar das ressalvas que devem ser colocadas na leitura deste tipo de índices, salientamos alguns aspectos que nos mereceram particular atenção.

No capítulo dedicado ao nosso País, o Relatório salienta que o desempenho é ainda fraco (Portugal ocupa a 16ª posição) mas que a taxa de progresso é quase tripla da média europeia (5,2% contra 1,8%), o que coloca o nosso país como líder de crescimento no seio do grupo onde se integra (“inovadores moderados”).

Os dados são, pois, bastante animadores ao darem sinais de que o nosso país tem registado progressos assinaláveis em indicadores chave de inovação, evidenciando assim um sinal de convergência com os padrões europeus. Neste âmbito, destacam-se os avanços em indicadores relativos à qualificação da mão-de-obra (onde Portugal foi o segundo país que mais progrediu) e, fundamentalmente, na categoria que mede os esforços da inovação por parte das empresas (Portugal foi, entre os 32 países analisados, o que maior progresso registou nas despesas em inovação por parte das empresas).

Contudo, não podemos deixar de salientar a evolução menos favorável registada em alguns indicadores directamente relacionados com os efeitos económicos da inovação. Referimo-nos, em particular, à evolução negativa da intensidade tecnológica das exportações de produtos manufacturados, bem como na proporção de emprego em sectores industriais de média e alta tecnologia.

Em contrapartida, notam-se progressos notáveis no indicador que mede a percentagem de novos produtos no total do volume de negócios das empresas. O preconceito de uma menor predisposição das empresas portuguesas por inovar é também contrariado pela boa classificação nos indicadores relativos à percentagem de PME que introduziram inovação nos seus produtos ou processos ou em termos de marketing e organização.


Gabinete de Estudos da AEP


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