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notícias - informação económica

Alemanha deve ajudar a estabilizar a economia europeia

 

A estabilidade da União Económica e Monetária está dependente da correcção dos desequilíbrios externos simétricos que se desenvolveram no seu seio.


Os crónicos desequilíbrios externos dos países mais periféricos da UEM têm estado na mira das agências internacionais de rating no quadro da crise orçamental grega, pois reflectem défices de competitividade que colocam em causa a sustentabilidade das contas públicas. As fragilidades estruturais desses países, incluindo Portugal, foram postas em evidência nos últimos anos pela entrada no comércio internacional de países emergentes com baixos salários, como a China, não se tendo verificado, na generalidade dos casos, uma aposta suficiente na exportação de produtos inovadores e diferenciados, nem a necessária contenção dos custos laborais para continuar a exportar bens trabalho intensivo, num modelo centrado na procura interna.

Pelo contrário, a Alemanha, já de si numa posição mais vantajosa pela especialização em sectores intensivos em tecnologia e inovação, apostou na contenção de custos salariais, conseguindo manter um significativo excedente externo (4% do PIB, em 2009, na balança corrente, face a -0,6% na zona do euro).

Nesta altura, como apontou recentemente Paul De Grauwe, especialista em economia monetária europeia, a Alemanha poderá estimular a sua procura interna e manter ainda um bom desempenho exportador, favorecendo a procura externa dirigida aos países em maior dificuldade da zona euro e contribuindo, assim, para a sua estabilização. Por seu turno, os países em dificuldades deverão seguir o exemplo alemão de aposta nas exportações de produtos com maior valor acrescentado, por via do reforço da formação e da inovação, ao mesmo tempo que contêm os custos laborais e estabilizam a situação orçamental.

De facto, a estabilidade da União Económica e Monetária está dependente da correcção dos desequilíbrios externos simétricos que se desenvolveram no seu seio. A correcção dos défices será muito mais fácil se os países excedentários também estiverem à altura das suas responsabilidades, corrigindo, paralelamente, os seus superavits, através de políticas macroeconómicas adequadas.


Gabinete de Estudos da AEP


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