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notícias - informação económica

Desequilíbrios macroeconómicos sob vigilância

 

G20 e União Europeia tentam evitar futuras crises


A correcção de desequilíbrios macroeconómicos esteve em destaque nas recentes reuniões do G20 e do Conselho Europeu.

Em Seoul, o G20 prometeu que os membros com défices externos significativos e persistentes irão implementar “políticas de estímulo à poupança e, quando apropriado, de consolidação orçamental, mantendo abertos os seus mercados e reforçando os seus sectores exportadores”; os países com “excedentes externos significativos e persistentes” deverão “reforçar as suas fontes de crescimento doméstico”.

O último Conselho Europeu tomou também decisões importantes para prevenir futuras crises na zona do euro, focando três questões interligadas. Além do reforço do Pacto de Estabilidade e Crescimento e da instituição de um mecanismo permanente para acudir a problemas financeiros na zona do euro (a partir de 2013), acordou-se na criação de um novo sistema de vigilância macroeconómica na União Europeia (UE).

Este sistema irá vigiar um conjunto de indicadores (ainda a determinar) e exigir medidas de correcção aos países da UE em forte perda de competitividade, particularmente os da zona do euro, tendo já sido apresentadas pela Comissão Europeia propostas legislativas nesse sentido. Em linhas gerais, a Comissão propõe um procedimento semelhante ao existente para os défices orçamentais, funcionado os dois de forma integrada. Os países incumpridores poderão pagar multas anuais significativas, mas apenas no caso da zona euro, funcionando a “pressão dos pares” nos restantes países da UE. Resta saber, entre outros aspectos, até que ponto o procedimento será também aplicável a países com excedentes externos significativos, pois apenas é referido que, para alguns indicadores, os referenciais serão simétricos.

A AEP, através do seu representante no Comité Económico e Social Europeu, Paulo Barros Vale, nomeado Presidente do Grupo de Estudo que vai elaborar um parecer sobre estas matérias, está empenhada em exercer responsavelmente a sua influência, consciente de que, sem correcção dos excedentes, não será possível combater eficazmente os défices: nem a nível mundial, nem a nível europeu.


Gabinete de Estudos da AEP


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