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Indústria recupera em 2010

 

O mercado externo foi o principal impulsionador da recuperação da indústria portuguesa em 2010, não obstante algum abrandamento na segunda metade do ano.


Os índices de produção e de volume de negócios da indústria recuperaram em 2010 parte das perdas acumuladas em 2009. O mercado externo foi o principal impulsionador desta recuperação, não obstante algum abrandamento na segunda metade do ano. A aposta no mercado externo reflectiu a melhoria da conjuntura internacional, mas também o facto da procura interna ter sido afectada pelas dificuldades de financiamento externo, que se repercutiram na deterioração das condições de crédito (em termos de custo e acesso), exigindo uma redução mais rápida do endividamento público e privado.

O índice de produção industrial aumentou 1.8% em 2010 (2.3% na indústria transformadora), após dois anos em quebra, traduzindo sobretudo a evolução favorável na primeira metade do ano. A subida foi bastante superior no índice de volume de negócios (aumento nominal de 10.7%), a reflectir o crescimento dos preços à saída de fábrica e também a diminuição dos stocks. O abrandamento das vendas no segundo semestre afectou sobretudo o mercado externo, que se manteve, ainda assim, o mais dinâmico.

A melhoria de andamento da produção e das vendas em 2010 estendeu-se à generalidade dos agrupamentos industriais. Na produção, apenas as indústrias de bens de investimento mantiveram uma variação média anual negativa, tendo-se destacado a subida de 3.7% nos bens intermédios. As vendas recuperaram em todos os agrupamentos e a um ritmo superior ao da produção.

Para 2011, espera-se que a retoma do dinamismo da procura externa impulsione a actividade industrial, após um abrandamento na parte final de 2010, uma perspectiva que é corroborada pelo índice de novas encomendas. Os dados do quarto trimestre mostraram já uma melhoria do andamento homólogo da produção e das vendas, embora com origem no mercado nacional, que deverá ser particularmente penalizado em 2011 devido, nomeadamente, ao forte ajustamento das contas públicas.


Gabinete de Estudos da AEP


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