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AEP e Oceano XXI querem colocar o mar no topo da agenda europeia

 

Protocolo de cooperação entre as duas associações renovado


O mar no quadro comunitário de apoio 2014/2020 vai servir de pano de fundo ao 3.º Fórum do Mar, evento agregador dos agentes económicos e da comunidade científica nacional relacionados com o setor, que voltará a realizar-se na Exponor, em Matosinhos, entre 29 e 31 de maio de 2013.

Para tanto, a AEP - Associação Empresarial de Portugal e a Associação Oceano XXI – Cluster para o Conhecimento e Economia do Mar, acabam de renovar o protocolo de cooperação que estabeleceram em 2011. "Desafios do mar 2020" é o tema do evento, de cujo programa voltam a fazer parte uma mostra de produtos, serviços e tecnologias marítimos, encontros de negócios e conferências sobre assuntos relacionados com o mar.

Neles participarão especialistas nacionais e estrangeiros, decisores políticos, dirigentes associativos, empresários e gestores, académicos e investigadores, responsáveis da Armada e estudiosos interessados pelas dimensões económica, científica e ambiental "desse recurso estratégico tão importante para o país que é o mar; designadamente, na área da logística, aproveitando a nova centralidade de Portugal face às evoluções recentes e previstas das grandes rotas marítimas do comércio internacional", adiantou José António Barros, presidente da AEP, após a formalização do acordo.

Por seu lado, José Ribau Esteves, presidente da Oceano XXI, salientou que "a cooperação entre as duas associações tem dado frutos e ambas estão fortemente empenhadas em colocar o mar no topo das prioridades nacionais e europeias durante o próximo quadro comunitário". Em sua opinião, "com uma estratégia que resulte do contributo dos diferentes players que trabalham nas áreas do conhecimento e da economia, o mar constitui um ativo que pode ajudar Portugal a sair mais rapidamente da crise, gerando riqueza e criando emprego".

Aproveitando a realização do 3.º Fórum do Mar, a Oceano XXI será a anfitriã de uma reunião informal dos clusters do mar da fachada atlântica europeia. O objetivo, adianta Ribau Esteves, é "articular propostas e aprofundar a colaboração" entre os sete clusters que se farão representar no encontro.

"As autoridades europeias têm o orçamento plurianual da União em cima da mesa e só teremos a ganhar em cooperar, harmonizando propostas e estratégias, no quadro da rede europeia de clusters marítimos, tendentes à valorização da fachada atlântica. Temos que trabalhar em conjunto para influenciar políticas e aumentar a nossa capacidade de lóbingue", justificou o também presidente da Câmara Municipal de Ílhavo e da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

Por seu lado, a AEP vai aproveitar o evento para "despertar os participantes para os desafios" que colocará, no horizonte 2014/2020, a nova macrorregião das Regiões do Sudoeste Europeu (RESOE), que arrancou com o Norte de Portugal, Galiza e Castela Leão, mas que, por razões de escala, se deverá alargar a regiões como o Centro de Portugal, a Cantábria, as Astúrias, a Aquitânia, Poitou-Charentes, o Loire, a Bretanha, a Baixa Normandia e o Sul da Irlanda.

"Na Europa do futuro, Portugal e Espanha vão ter forte concorrência no acesso aos fundos estruturais da UE e só com uma grande macrorregião, que corresponda a quase todo o arco atlântico, o mar pode voltar a conferir ao nosso país o mesmo protagonismo de há 500 anos", sustentou José António Barros.

Para além de conferências e workshops, o acordo firmado pelos presidentes da AEP e da Oceano XXI prevê que o Fórum do Mar 2013 volte a abranger uma feira de negócios e a organização de uma missão de compradores internacionais interessados na oferta portuguesa nesta área, como nas edições anteriores. Entre outras atividades, os promotores contam reunir, nos três dias do evento, empresas e centros de investigação e desenvolvimento que se dediquem a aquicultura; conservas; construção e reparação naval; energias marítimas; I&D em produtos, tecnologia e biotecnologia; pesca, conservação e distribuição de pescado; portos e transportes marítimos; salicultura; serviços marítimos; sustentabilidade; e turismo náutico.

O Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar foi reconhecido como estratégia de eficiência coletiva pelo Compete - Programa Operacional Fatores de Competitividade, integrando empresas, centros de I&D, associações empresariais e outras instituições, cabendo a sua gestão à associação Oceano XXI.




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