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Encontro luso-tunisino de negócios

 

Tunísia é mercado interessante para o investimento português


O presidente da AEP - Associação Empresarial de Portugal apontou, no passado dia 30 de junho, a Tunísia como um dos mercados “mais interessantes” para o investimento português no estrangeiro. As perspetivas de crescimento da economia tunisina para os próximos anos e os resultados encorajadores obtidos pelas mais de quatro dezenas de empresas portuguesas com operação no país devem merecer ponderação aos agentes empresariais portugueses apostados na internacionalização, defendeu Paulo Nunes de Almeida.

O dirigente associativo falava na segunda reunião do Conselho de Negócios Tunísia-Portugal, plataforma de base associativa para o incremento das relações económicas e empresariais entre os dois países, que decorreu em Tunes, com a participação de representantes de dezena e meia de empresas e instituições portuguesas, entre as quais a AEP, a Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal e a AICEP. A delegação do país anfitrião integra dirigentes da União Tunisina da Indústria, Comércio e Artesanato (UTICA) e mais de uma vintena de empresários e gestores locais.

No encerramento da fase plenária da reunião, que decorreu ao fim do dia, participaram os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países, Rui Machete e Mongi Hamedi, respetivamente. O governante português está de visita oficial à Tunísia e tem mantido encontros bilaterais com os principais responsáveis políticos do país tendentes ao reforço das relações institucionais e económicas luso-tunisinas.

Conheça aqui as recomendações que foram elaboradas no final da referida reunião.

Na sua intervenção, o presidente da AEP realçou as condições favoráveis que as empresas portuguesas que têm investido naquele país do Magrebe encontraram, o que explica que Portugal responda já por cerca de 1,5% do investimento estrangeiro no país, assim como a curva de crescimento perspetivada para a economia tunisina: 2,9% este ano, 4,2% em 2015 e 4,7% em 2016. O têxtil e vestuário é o sector com mais investimentos nacionais concretizados, embora o maior, em termos de valor, seja de uma empresa cimenteira.

No final de 2012, fez notar Paulo Nunes de Almeida, a presença portuguesa na Tunísia respondia por um “investimento total de 808,5 milhões de dinares tunisinos e 3.004 postos de trabalho”. É chegada a hora, no entanto, de os agentes económicos privados dos dois lados “intensificarem a cooperação para adquirir dimensão e escala, juntando esforços, competências e recursos”, acrescentou.

O dirigente associativo português reconheceu que o relacionamento económico entre os dois países “é ainda pouco intenso em ambos os sentidos”, apesar de a Tunísia estar a “reforçar a sua posição enquanto mercado de destino das nossas exportações”, tendo subido do 40.º lugar, em 2006, para o 32.º, no final do ano passado, posição que “manteve entre janeiro e abril deste ano”. Durante o mesmo período (últimos sete anos), o peso das exportações portuguesas para aquele mercado mais do que duplicou, subindo de 0,15% para 0,35%.

No final de 2013, ano em que as nossas exportações para a Tunísia atingiram apenas 166,2 milhões de euros, embora representando um acréscimo de 44,8% face ao ano anterior, a balança comercial bilateral apresentava um excedente favorável a Portugal, com uma taxa de cobertura da ordem dos 800% (936% entre janeiro e abril deste ano).

Na sua intervenção, o presidente da AEP apelou ao incremento da cooperação entre empresas de ambos os países e indicou os sectores do têxtil e vestuário, da celulose e papel, madeira e cortiça, calçado, agroindústria, farmacêutica, máquinas e aparelhos, construção e serviços de engenharia, energia e água, entre outros, como aqueles em que mais facilmente as empresas portuguesas podem “contribuir para o reforço do relacionamento económico” luso-tunisino.

Paulo Nunes de Almeida referiu também como sendo “de crucial importância” a otimização do potencial turístico de ambos países, “nomeadamente com o aumento das conexões aéreas”.

A segunda reunião do Conselho de Negócios Tunísia-Portugal, instituído em 2010, termina com reuniões de negócios entre as empresas representadas e as comissões que dos dois lados têm estado a funcionar para, como salientou o presidente da AEP, “promover uma cooperação económica mais estreita”. As áreas financeira e industrial e as condições de investimento em vigor nos dois países têm estado no foco dessas comissões de trabalho.

Por proposta do presidente da AEP, o próximo encontro de negócios luso-tunisino deverá realizar-se no Porto, em 2015.


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