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Missão em Londres para captar turismo de saúde

 

Nestas quinta e sexta-feira, a AEP tem em Londres uma missão empresarial para apresentar Portugal aos principais operadores britânicos de saúde. A capacidade instalada e a qualidade dos profissionais portugueses podem render ao país bons negócios no turismo médico e de bem-estar.


Uma missão empresarial portuguesa representativa do sector de saúde e bem-estar está em Londres, nestas quinta e sexta-feira, para apresentar aos operadores britânicos a oferta do nosso país em matéria de turismo de saúde.

A iniciativa enquadra-se no projeto Healthy’n Portugal, contributo da AEP - Associação Empresarial de Portugal para potenciar a capacidade instalada e a qualidade dos nossos profissionais e serviços de saúde, reforçando a atratividade do país tanto no turismo de bem-estar como no turismo médico e conferindo ao sector uma orientação estratégica propicia à rentabilização da respetiva cadeia de valor.

Segundo um estudo recente das consultoras Neoturis e Accenture, a captação de turistas estrangeiros para tratamentos de saúde ou programas de bem-estar pode render a Portugal cerca de 400 milhões de euros anuais. A qualidade dos serviços prestados nas nossas instituições de referência, a relação custo/benefício dos atos médicos praticados entre nós e a predisposição dos pacientes de grande parte dos países do Norte e Centro da Europa, pelo clima e hotelaria, são argumentos que Portugal deve rentabilizar a seu favor no mercado global.

O estudo aponta ao sector de saúde sete mercados-alvo (Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Holanda, Suécia e Áustria) e realça a competitividade da oferta portuguesa em matéria de cirurgia às cataratas, angioplastia coronária, artroplastia da anca, colecistectomia, hérnia inguinal e femoral, artroplastia do joelho e prostatectomia.

É, no fundo, para dar a conhecer as potencialidades do país nesta área que a AEP, em parceria com o Health Cluster Portugal, organiza esta missão ao Reino Unido. Entre outras instituições de saúde e operadores económicos, estão representados o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, a Santa Casa da Misericórdia do Porto, a Porto Business School, a Tecsam e os três principais grupos privados de saúde a operar em Portugal: Mello, Luz e Lusíadas. A AICEP e a embaixada de Portugal em Londres foram também envolvidas e deram um contributo decisivo para a realização da missão, cujo programa prevê, durante esta quinta-feira, 20 de novembro, a realização de um seminário, no Imperial College, em que estão representados hospitais, seguradoras, operadores turísticos, sociedades científicas, empresas de serviços de ‘ageing’, clínicas de reabilitação e centros de medicina estética, entre outros.

Para além das boas condições (climáticas, de infraestruturas turísticas e hoteleiras, de mobilidade, de equipamentos e serviços de saúde, de espaços de lazer, etc.) para o tratamento de várias doenças e um envelhecimento ativo, são também realçadas as aptidões de Portugal nos domínios do tratamento da infertilidade, estética, odontologia e recuperação desportiva. E, nestes âmbitos, para além dos sete mercados referenciados, existem outros países europeus onde Portugal pode capitalizar os investimentos, públicos e privados, que tem feito nas últimas décadas em matéria de saúde e bem-estar, refere o estudo. Angola, Moçambique e Brasil são, por exemplo, outros mercados a explorar.

Do programa desta iniciativa do projeto Healthy’n Portugal - que dará origem a uma missão inversa, no início de dezembro, com a deslocação ao nosso país de operadores britânicos -, constam ainda encontros de negócios bilaterais e uma visita a uma instituição hospitalar de referência na Europa, o London Bridge Hospital.

Mais informações no Site.



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