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AEP chama operadores da região de Lisboa a participar no projeto Portugal Náutico

 

Secretário de Estado do Mar participa, neste sábado, num debate com dirigentes associativos e especialistas do sector



Num seminário que contará com a presença do secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, a AEP - Associação Empresarial de Portugal apresenta neste sábado, de manhã, aos agentes institucionais e económicos ligados à náutica de recreio da região de Lisboa, o trabalho que tem estado a desenvolver no âmbito do projeto Portugal Náutico.

Trata-se de uma iniciativa que tem em vista a criação de uma rede colaborativa que dê corpo a uma estratégia coletiva para a organização e promoção internacional da fileira portuguesa da náutica de recreio, cujo mercado mundial deverá valer, no próximo ano, cerca de 27,2 mil milhões de euros.

O encontro decorrerá, entre as 10 e as 13 horas, no auditório do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, na Av. Brasília, n.º 6, e contará com as participações de especialistas em turismo náutico, de dirigentes de clubes e federações desportivas, de responsáveis das associações Oceano XXI, Nacional de Cruzeiros e Empresarial de Portugal e de um representante da Direcção-Geral de Política do Mar, sendo a abertura presidida pelo secretário de Estado. Seguir-se-á um debate sobre “A náutica de recreio como um catalisador para a economia”.

Aos participantes, a AEP dará conta dos “resultados obtidos na primeira fase do projeto”, em execução desde o princípio do ano, e antecipará as “próximas etapas” de trabalho, recolhendo o “contributo de todos quantos se queiram pronunciar”, adianta a diretora do Gabinete de Projetos Especiais da AEP, Maria da Saúde Inácio.

Com efeito, depois de auscultados, em sessões descentralizadas que decorreram em vários pontos do país, os diferentes grupos de interesses relacionados com a atividade náutica (marítimo-turísticas, águas interiores e deslize, nomeadamente), a AEP pretende, na segunda fase do projeto, estruturar a oferta, conferindo-lhe dimensão orgânica. Objetivos: “Tornar o sistema científico nacional num parceiro estratégico, conhecer melhor a procura internacional, fazer estudos de ‘benchmark’ e integrar numa plataforma de cooperação os agentes institucionais e económicos com interesses nesta área, para tornar viável a criação do Centro de Competências da Náutica de Recreio”, salienta Maria da Saúde Inácio.

Portugal, com 2.830 quilómetros de costa atlântica e 620 quilómetros quadrados de bacias interiores, tem recursos e competências para se tornar num ‘player’ de referência no mercado mundial da náutica de recreio, cujo valor económico “vem aumentando de ano para ano e que até ao fim da década deverá crescer a uma taxa média anual da ordem dos 9%”, destaca aquela responsável da AEP.

Nos encontros de apresentação do projeto aos ‘stakeholders’ da fileira náutica já realizados, tornou-se evidente que a oferta nacional não está organizada nem integrada e que os operadores não se relacionam suficientemente entre si para promover e potenciar a capacidade instalada do país. Apesar disso, na indústria como nos serviços a conjuntura é favorável. Isto é: as oportunidades para os operadores económicos deste sector e para o país não estão no fim, em si mesmo, mas no processo, através da criação e produção de infraestruturas, equipamentos, instrumentos e acessórios necessários às diversas atividades náuticas.

Depois, e para Portugal competir com sucesso no mercado internacional, há que investir em serviços que acrescentem valor e potenciem a heterogeneidade da oferta. “Numa curta distância, os nautas podem experimentar várias atividades, na costa atlântica e em águas interiores”, realça Maria da Saúde Inácio, que realça também a importância das ações de promoção externa. A Croácia tem sido apontada, neste aspeto, como um exemplo a ter em conta.

Há ainda que incorporar a náutica de recreio na promoção internacional da marca global de Portugal, rentabilizando a aliança virtuosa entre capacidade industrial, tecnologia, design e serviços com 3.000 horas de Sol por ano, 850 quilómetros de praias só na costa atlântica, rios navegáveis durante dezenas de quilómetros, indústria turística ao nível do que de melhor existe na Europa, gastronomia e vinhos de qualidade, e, na generalidade, boa qualidade do mar e das águas interiores.

Paralelamente, há que estimular o mercado interno, pela dinamização das atividades náuticas desde a escola, outra necessidade apontada nos encontros dinamizados pela AEP e pela Oceano XXI.


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