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Conjuntura favorece indústria «verde»

 

O debate público do “Compromisso para o Crescimento Verde” passou pela AEP. Com a participação do ministro do Ambiente, foram equacionados problemas e opções de investimento da indústria portuguesa. No final, a principal conclusão ficou como um alerta: a competitividade das empresas não pode estar em causa!


O ano de 2015 abre novas perspetivas à economia portuguesa, mas confronta-a, igualmente, com múltiplos desafios. Um deles – porventura, o mais exigente – passa por compatibilizar a reindustrialização do país com o crescimento económico verde sem afetar a competitividade das empresas.

Neste contexto, a indústria – em particular, a transformadora – tem uma importante palavra a dizer. Com a Europa a ter de conviver com os riscos da deflação e o preço do petróleo a ameaçar as nossas exportações para alguns países, a operacionalização de uma estratégia de recuperação da economia deve mobilizar os produtores de bens e serviços transacionáveis. A isto acresce a abertura dos primeiros concursos reservados às empresas no âmbito do Portugal 2020.

Há, por isso, condições conjunturais que colocam a sustentabilidade ambiental como um dos fatores de decisão mais relevantes para quem, nas empresas e no país, se confronta com a necessidade de investir para reforçar a competitividade da economia, aumentar o emprego e qualificar os recursos humanos.

No meio de tanta exigência, mas também de oportunidades, devem ser adotadas medidas que favoreçam o papel da indústria no processo de transição para uma “economia verde”. Desde logo, garantindo ganhos de produtividade e incrementando a eficiência na utilização de recursos como a energia, a água ou os resíduos, potenciando a conceção e desenvolvimento de novos produtos, passíveis de se diferenciarem no mercado pela inovação e pela matriz ecológica. Mas também pela adoção de novos processos de fabrico ou otimização racional dos atuais, tendo o “desperdício zero” como objetivo.

Nesta dinâmica de reindustrialização pela sustentabilidade, o Estado não se pode pôr de fora. Tem uma palavra importante a dizer, por exemplo, ao nível da contratação pública.

Basta que estimule a redução, reutilização e reciclagem de desperdícios, incorporando a política dos “três érres” nas opções que determinam as suas práticas concursais e as compras que faz. Se assim for, facilmente se poderão reduzir alguns tipos de compras públicas – nomeadamente, as de maior pegada ecológica –, libertando, desta forma, recursos para a economia.

Por outro lado, o contributo da indústria para uma economia mais amiga do ambiente passa pelos fluxos de mercadorias. Para tal, há que valorizar transportes mais ecológicos, privilegiando a ferrovia em detrimento da rodovia. Para além dos efeitos induzidos na economia, essa opção fará diminuir as emissões de CO2 e responde aos desígnios do “Compromisso para o Crescimento Verde”, documento que tem estado em discussão pública e cuja versão final o Governo deverá apresentar até ao próximo dia 20.

Foi esta, em linhas gerais, a mensagem que Paulo Nunes de Almeida, presidente da AEP - Associação Empresarial de Portugal, deixou na conferência que, há dias, a instituição organizou, em parceria com a CIP - Confederação Empresarial de Portugal, para aprofundar a reflexão e o debate sobre as implicações do documento para a indústria portuguesa.

O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia foi o principal orador e reconheceu que a indústria portuguesa tem um contributo importante a dar para o país reduzir a sua dependência do exterior, relançar a economia e criar emprego. Com a “aposta estratégica na economia verde” e no “investimento seletivo” em áreas como reabilitação urbana, resíduos, eficiência energética e recursos geológicos, Portugal pode chegar a 2030 com o dobro do volume de “emprego verde”, 40% das suas necessidades energéticas asseguradas por fontes renováveis, menores custos no abastecimento de combustíveis e um “VAB verde” a crescer ao redor de 5% ao ano, afirmou o governante, que estava acompanhado do secretário de Estado de Energia, Artur Trindade.

O facto de cerca de 57% dos projetos nacionais apresentados a Bruxelas ao abrigo do chamado ‘plano Juncker’, dotado de mais de 300 mil milhões de euros, é um sinal de que o tecido empresarial português quer apostar na economia verde e está a responder aos desafios de um modelo económico baseado no crescimento sustentável, acentuou o ministro Jorge Moreira da Silva.



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