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Boas relações com a Turquia podem gerar mais negócios

 

A Turquia continua a ser uma imensa oportunidade para Portugal. O relacionamento político e diplomático é bom e o potencial económico enorme. Entre 21 e 25 de abril, a AEP estará em Istambul com uma missão empresarial e na maior feira de construção do país.


Para traduzir em negócios o bom momento por que passam as relações políticas e diplomáticas entre Portugal e a Turquia, como evidenciou a 1.ª Cimeira Intergovernamental entre os dois países que acaba de ter lugar, a AEP - Associação Empresarial de Portugal vai estar no próximo mês em Istambul, em duas frentes: com uma missão empresarial e na maior feira de construção da grande nação euroasiática, cuja área de exposição chega aos 100 mil metros quadrados.

Com efeito, entre 21 e 25 de Abril, a AEP assegura a participação nacional na 38.ª edição da TurkeyBuild, que costuma atrair à maior cidade turca profissionais da fileira da construção oriundos de todo o país e dos Balcãs, Rússia, Norte de África e Médio Oriente. Paralelamente, terá no terreno uma missão multissectorial, para contactos institucionais e reuniões de negócios, tendo em vista o incremento das exportações portuguesas para aquele mercado, de mais de 74 milhões de consumidores.

Como o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu, deixou claro na conferência de imprensa que se seguiu à Cimeira Intergovernamental que há dias se realizou em Lisboa, há oportunidades a explorar nos sectores agroalimentar, da construção e imobiliário, dos transportes, da energia (particularmente, renováveis e eficiência energética), da saúde, das indústrias de defesa e do turismo. Na avaliação da AEP, o mercado turco é também interessante para a oferta portuguesa nas áreas dos componentes para a indústria automóvel, tecnologias da informação e comunicação, inovação, serviços financeiros e têxtil.

Mas outras oportunidades há a explorar, tanto mais que, como reconheceu o primeiro-ministro da Turquia, o relacionamento económico com Portugal vai intensificar-se, seja pelo aumento das ligações aéreas para Lisboa e Porto da companhia de aviação turca, seja pelos efeitos da cimeira empresarial agendada para Outubro, na qual os governos dos dois países depositam grandes expetativas. Ahmet Davutoglu antecipou mesmo que o encontro entre empresários “terá seguramente impacto comercial”. Por outro lado, na declaração final da cimeira os dois governos reconhecem que “o comércio bilateral de bens está muito aquém do seu potencial”.

Segundo o chefe do Governo turco, a cooperação económica com Portugal movimenta atualmente cerca de 1,3 mil milhões de dólares por ano, que poderão chegar, a médio prazo, aos 5.000 milhões. Intencionalmente ou não, referiu que Portugal é o “parceiro europeu que melhor percebe” o seu país.

Passos Coelho, por seu lado, salientou o apoio que Portugal tem dado ao pedido de adesão da Turquia à União Europeia e o facto de estar em causa um “parceiro económico, político e diplomático”, com uma “economia dinâmica e excelentes perspetivas de crescimento”.

Na verdade, a economia turca está a crescer acima dos 4% ao ano, segundo os indicadores internacionais mais recentes, e a tendência é para que assim continue. Abrem-se, assim, boas oportunidades às empresas portuguesas que queiram investir naquele mercado, para onde Portugal exporta, sobretudo, pastas celulósicas e papel, máquinas, combustíveis minerais, plásticos e borracha e químicos. Em sentido inverso, vêm, principalmente, materiais têxteis, metais comuns, veículos e material de transporte e maquinaria. Entre as empresas nacionais com operação na Turquia contam-se os grupos Sonae e Onyria, a tecnológica TIMWE, a Inapa e a Ascendum, ao passo que o investimento turco em Portugal é praticamente residual.

Com vultuosos investimentos, públicos e privados, em curso, uma população jovem (a média de idades está nos 28 anos) e um mercado que deverá atingir, em 2050, os 100 milhões de consumidores, a Turquia oferece, na avaliação a AEP, um manancial de oportunidades relevante para as empresas portuguesas. Construção, energia, agroalimentar e TICE são áreas em que Portugal apresenta algumas vantagens comparativas, que a associação quer tornar tangíveis com estas duas ações. Ambas fazem parte do programa associativo de internacionalização Business on the way, apoiado pelo Compete, ao abrigo do QREN. As empresas interessadas em participar na missão têm, por isso, acesso a apoios financeiros que podem chegar a 45% dos custos de participação.

Para qualquer informação adicional, poderá contactar:
AEP Internacionalização
Sandra Silva
Gestora de Mercados Internacionais
Telf: +351 22 998 17 87; / Tlm: 91 970 88 34; Fax:+351 22 998 17 74 ou através do E-mail.


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