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Colocar Portugal nos trilhos do «Fast Track to Innovation»

 

AEP quer fazer aumentar as candidaturas portuguesas ao Fast Track to Innovation do programa europeu Horizonte 2020, que estão permanentemente abertas.


Para lá do Portugal 2020, cujas primeiras candidaturas estão em curso e tem âmbito nacional, as empresas portuguesas têm ao seu alcance uma multiplicidade de instrumentos de apoio no quadro comunitário. Um deles, ainda insuficientemente conhecido entre nós, é o Fast Track to Innovation (FTI), experiência-piloto com que a União Europeia pretende acelerar o processo de comercialização de ideias e conceitos inovadores.

Trata-se de uma medida de apoio muito interessante para o tecido empresarial português prevista no Horizonte 2020 – Programa-Quadro Comunitário de Investigação e Inovação, dotado de um orçamento global superior a 77 mil milhões de euros, montante destinado, em boa parte, a apoiar as empresas inovadoras dos 28 estados membros.

O FTI constitui uma das medidas completamente abertas do Horizonte 2020 e os respetivos concursos estão continuamente a decorrer. É uma oportunidade a ter em conta pelas empresas portuguesas que, independentemente do sector ou do tempo de operação que tenham, se revelem capazes de transformar novas ideias em produtos comercialmente atraentes e economicamente sustentáveis. Como organização multissectorial verdadeiramente nacional e câmara de comércio e indústria, a AEP - Associação Empresarial de Portugal propõe-se ajudar todas quantas queiram enfrentar de forma competitiva o acesso a este tipo de apoios comunitários.

Para além dos efeitos induzidos na atividade das empresas beneficiárias, é uma forma de o país fazer crescer o número de candidaturas que apresenta a Bruxelas ao abrigo do Horizonte 2020, atualmente em número insuficiente. E, na verdade, não se justifica que assim continue. Outros países europeus que recentemente recorreram à ajuda financeira internacional, como a Espanha, a Irlanda ou a Itália, estão a conseguir apreciáveis índices de aprovação de candidaturas, alavancando, por via desses apoios comunitários, o desempenho das respetivas economias.

Através das suas competências endógenas e como membro da Enterprise Europe Network, a maior rede europeia de informação e aconselhamento às empresas, a AEP está apostada em alterar este estado de coisas. Nomeadamente, está em condições de apoiar as empresas portuguesas, independentemente do vínculo associativo, com informação e serviços que podem ser determinantes para o sucesso das candidaturas a apresentar ao abrigo do FTI, aceites pela UE desde 6 de janeiro passado.

Na fase-piloto de 2015 e 2016, o orçamento global ronda os 200 milhões de euros (cerca de 100 milhões em cada ano) e como os concursos estão permanentemente abertos os promotores podem submeter as candidaturas em qualquer momento, o que é congruente com os propósitos dos responsáveis comunitários: fomentar a criação de valor com produtos, serviços e processos inovadores, atrativos e sustentáveis, através de um processo de seleção aberto, rápido e ágil.

A avaliação das candidaturas será feita em três momentos, ao longo do ano. O primeiro ocorrerá já no próximo dia 29, o segundo a 1 de setembro e o terceiro a 1 de dezembro. Aprovada a candidatura, a assinatura do contrato ocorre no prazo máximo de seis meses.

Regra geral, o FTI apoia atividades de relevância estratégica, comercial ou técnica, próximas do mercado (“close to market”), acarinhando projetos inovadores e dando-lhes o “último empurrão” necessário à comercialização. Desta forma, a Comissão Europeia pretende contribuir para a materialização de grandes ideias e conceitos inovadores, mormente os que consubstanciem avanços tecnológicos relevantes para a sociedade. Tem em vista, igualmente, incrementar o grau de envolvimento das empresas europeias com o Horizonte 2020 e, em especial, daquelas que se candidatam pela primeira vez.

Esse “empurrão” poderá ir até 3 milhões de euros por projeto e, embora o FTI esteja aberto a qualquer tipo de empresas, as candidaturas devem ser apresentadas em consórcio de, pelo menos, três e, no máximo, cinco entidades. É condição imperativa que 60% do orçamento do projeto, no mínimo, seja alocado a parceiros industriais (‘for profit’). No caso de um consórcio com três ou quatro parceiros, dois deles, pelo menos, têm de ter atividade industrial. E se o consórcio tiver cinco participantes, então três deles têm que estar na indústria.

Neste cenário, mais premente se torna o trabalho em rede de agentes económicos e instituições ligadas à inovação e I&D, para que da cooperação entre eles resultem produtos, serviços ou soluções inovadoras e sustentáveis, criando, ao mesmo tempo, oportunidades viáveis de negócio.

Para mais informações, contactar:
Gabinete da EEN - Portugal na AEP
Céu Filipe
Tel.: +351 22 998 16 94; E-mail


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