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Potencial da náutica de recreio acima dos mil milhões de euros

 

Projeto Portugal Náutico, que a AEP, em parceria com a Oceano XXI, operacionalizou ao longo do último ano e meio, veio evidenciar que a náutica de recreio pode gerar no nosso país receitas superiores a mil milhões de euros. Para lá chegar, há que investir em capacitação, integração da oferta, trabalho em rede e promoção internacional.


A AEP - Associação Empresarial de Portugal apresenta nesta quinta-feira, 4 de junho, em Lisboa, os resultados atingidos com o seu projeto Portugal Náutico, com que arrancou, no início do ano passado, para mobilizar e agregar os agentes (económicos, desportivos, institucionais e científicos) da nossa náutica de recreio em torno de um plano estratégico que valorize e promova internacionalmente a oferta portuguesa neste segmento da indústria turística.

Em função do trabalho de campo e do benchmarking realizados pela AEP, em parceria com a Oceano XXI - Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar, o nosso país tem um potencial adormecido nesta área muito expressivo. Por analogia com o que se passa na União Europeia, em que a náutica de recreio vale cerca de 11% do consumo de produtos turísticos nos 28, o território hídrico português e os nossos recursos (naturais, patrimoniais, hoteleiros, culturais, etc.) poderiam estar a gerar receitas superiores a mil milhões de euros, objetivo ainda longe da realidade. Mas não inatingível.

Por isso, o projeto da AEP deixa ao país e aos operadores do sector uma estratégia para a ação, que assenta, primordialmente, na capacitação dos profissionais que trabalham em diferentes atividades com valor económico nesta área (desportos deslizantes, turismo-aventura, experiências de lazer, ensino, construção e manutenção de embarcações, marinas e ancoradouros, cruzeiros, etc.), na agregação e integração da oferta das empresas e instituições que interagem na área náutica e, sobretudo, na execução de um plano de promoção internacional que rentabilize a capacidade instalada do país.

Segundo o estudo agora apresentado, importa posicionar Portugal como destino preferencial junto dos principais mercados mundiais, como a Grã-Bretanha, Espanha, França, Holanda, Bélgica e Escandinávia. Para tanto, é fundamental comunicar com eficácia. E aí as opções a priorizar estão definidas e facilitam a segmentação do público-alvo: turismo de aventura (canoagem, mergulho, surf, observação de espécies, pesca desportiva, etc.), marinas e estágios desportivos, otimizando os investimentos feitos nas últimas décadas e os recursos do país, mesmo em termos de desportos de alto rendimento.

Por sua vez, há que incrementar as redes colaborativas empresariais, com um modelo de governança que tenha em conta todos os interesses em jogo, alguns deles aparentemente antagónicos, e apostar fortemente numa plataforma digital, com conteúdos permanentemente atualizados, 100% interativa e de fiável monitorização.

Os resultados deste projeto da AEP serão apresentados na Conferência Portugal Náutico, a realizar, entre as 14,30 e as 16,30 horas de quinta-feira, 4 de junho, no auditório CGD da Feira Internacional de Lisboa, no âmbito da “Blue Week. Será presidida pelo secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, e na sessão de abertura intervirão os presidentes da AEP, Paulo Nunes de Almeida, e da associação Oceano XXI, José Ribau Esteves.

Os resultados atingidos com o projeto e o plano de ação que fica como o seu principal legado serão apresentados por quem o trabalhou no terreno: Maria da Saúde Inácio, diretora da AEP Projetos, Rui Azevedo, diretor executivo da Oceano XXI, e Sérgio Ribeiro, consultor da AEP.

Haverá ainda um painel em que operadores de diferentes segmentos de mercado (portos de recreio, cruzeiros e Turismo de Portugal, nomeadamente) apresentarão a sua visão para o futuro da náutica de recreio em Portugal.

A encerrar, pelas 16,30 horas, intervirá o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu.

Para mais informações, contactar:
. AEP Projetos
Branca Pereira
Tel.: 22 998 15 47 ou através do E-mail


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