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Comunicado de Imprensa conjunto da AEP, AIMinho e CEC

 

Associações empresariais das regiões Norte e Centro lamentam descarrilamento ocorrido no passado dia 30 de julho e insistem num corredor ferroviário Aveiro-Salamanca


O descarrilamento, ocorrido no passado dia 30 de julho, de mais um comboio de mercadorias na linha da Beira Alta volta a evidenciar quão necessário é um corredor ferroviário Aveiro-Salamanca que sirva o interesse nacional e evite os troços mais acidentados da via existente.

Lamentando o acidente, as associações Empresarial de Portugal (AEP) e Industrial do Minho (AIMinho) e o Conselho Empresarial do Centro (CEC), entidades promotoras do Grupo de Trabalho Centro-Norte que se tem debruçado sobre os projetos de relevante interesse para a economia nacional e para as duas regiões em matéria de transportes e logística, entendem que é chegada a hora de os decisores políticos e técnicos conferirem ao assunto total prioridade.

Infelizmente, até agora não parece terem sido considerados os repetidos alertas e chamadas de atenção que as três associações e o Grupo de Trabalho têm dirigido ao Governo, à Infraestruturas de Portugal, à Refer e à CP quanto à necessidade de uma alternativa moderna e de futuro à linha existente, para que se possam evitar os troços mais acidentados que esta tem, nomeadamente o troço Pampilhosa/Mortágua.

A solução passa por investir com critério e tendo em conta as necessidades das empresas das regiões Norte e Centro e a competitividade da economia portuguesa, para que este eixo continue a ser estruturante para a mobilidade ferroviária e a circulação de mercadorias.

Urge, por isso, a eliminação de um conjunto de deficiências estruturais que se podem tornar em ameaças para a economia e a segurança da operação ferroviária, impedindo que a linha da Beira Alta se transforme num eixo transeuropeu competitivo, como defendemos e a sustentabilidade de Portugal reclama.

Mesmo com melhoramentos parciais e intervenções localizadas, a atual linha da Beira Alta terá poucas hipóteses de ser uma via competitiva, pois dificilmente comportará velocidades de 130 km/h ou comboios com 750 metros de extensão, devido aos raios de curvatura e às pendentes elevadas que apresenta, obrigando a mais do que uma máquina de tração. A isto acresce o facto de não dispor de desvios para comboios com a dimensão exigida para que a linha possa ser integrada num eixo transeuropeu.

Não está em causa, no entanto, o encerramento da atual linha, que deverá continuar a servir as populações e o transporte de mercadorias locais, mas, isso sim, o amanhã de muitas empresas das regiões Norte e Centro. Aqui se concentram cerca de dois terços das empresas exportadoras nacionais, recorde-se, e o seu futuro passa por terem uma alternativa competitiva à rodovia, que dentro em breve estará sobredimensionada e ficará sujeita a vários constrangimentos, designadamente ambientais.

No entendimento das três associações signatárias, representativas do tecido empresarial das duas regiões, só com uma linha com bi-bitola e os requisitos necessários para ser considerada uma via transeuropeia, ligando Aveiro a Salamanca, se estará a contribuir para o aumento da competitividade das nossas empresas e a salvaguardar o interesse nacional. Por isso, apelam, uma vez mais, para que o futuro da linha da Beira Alta seja encarado com a urgência que a situação exige.

Coimbra, 31 de julho de 2015

Os presidentes da
AEP – Paulo Nunes de Almeida
AIMinho – António Marques
CEC – José Couto



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