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AEP volta ao Irão já em novembro

 

Com o levantamento do embargo internacional, o Irão volta a ser um mercado de futuro para Portugal. A AEP está a organizar a sua quinta missão empresarial ao país, para recolocar Portugal na lista de fornecedores da maior potência do Golfo Pérsico


Pela quinta vez nos últimos seis anos, em novembro a AEP - Associação Empresarial de Portugal vai ter uma missão empresarial no Irão, cujo PIB deverá voltar a crescer acima dos 5% em 2016, refletindo as novas perspetivas que se abrem àquele país do Golfo Pérsico com o gradual levantamento das sanções económicas, pela União Europeia e pela ONU, no seguimento do acordo de controlo nuclear que as autoridades iranianas assinaram, em Julho, com seis potências mundiais (EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China).

A comitiva portuguesa será liderada pelo presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida, que aproveitará a ocasião para estreitar as relações institucionais com organizações empresariais e câmaras de comércio e indústria iranianas. Do programa da missão, que irá decorrer entre os dias 13 e 17, constam vários contactos bilaterais, na capital do país, e a participação num seminário internacional sobre “Desenvolvimento económico e oportunidades de investimento na província de Teerão”.

De âmbito multissectorial, esta missão da AEP está a ser organizada em parceria com o Portugal-Irão Business Council, plataforma de negócios entre empresas de ambos os países que tem dado um contributo relevante, desde a sua criação, em junho de 2009, para a dinamização das relações comerciais bilaterais. Reconhecendo o seu alcance económico e social, a embaixada da República Islâmica do Irão em Lisboa apoia institucionalmente a realização desta missão, que terá seguimento no próximo ano, quando a AEP responder pela organização do pavilhão de Portugal na segunda edição da feira de construção Project Iran, entre 24 e 27 de abril, em Teerão.

Muito longe do seu potencial, a balança comercial luso-iraniana tem traduzido o impacto do embargo levantado há menos de três meses. Em 2010, quando a AEP realizou a sua segunda missão empresarial, as exportações portuguesas para o Irão chegaram aos 37,4 milhões de euros, tendo vindo a diminuir, desde então, de ano para ano. Em 2014 não passaram dos 7 milhões de euros.

Porém, nos primeiros cinco meses deste ano já tinham ultrapassado os 8,5 milhões de euros - um salto superior a 184% em relação aos modestos 3 milhões de euros faturados pelas empresas nacionais naquele destino entre janeiro e maio do ano passado. Papel, moldes, painéis de fibras de madeira, cortiça, medicamentos, fornos industriais e cabos (elétricos e para telecomunicações) são os principais produtos que Portugal está a vender no mercado do Golfo Pérsico com maior potencial económico. De lá, temos importado, nos anos mais recentes, fundamentalmente, produtos siderúrgicos. Em 2014, a balança bilateral foi-nos desfavorável em 23,6 milhões de euros.

Neste quadro, a missão assume particular interesse, pois pode ajudar a recolocar Portugal na lista de fornecedores privilegiados das empresas iranianas. Esse é, aliás, o objetivo primordial da AEP, neste momento. Mas servirá também para aprofundar o conhecimento da situação económica do país e para avaliar, no terreno, as oportunidades que se abrem, no cenário económico pós-sanções, às empresas portuguesas num mercado de quase 80 milhões de habitantes. A isto acresce o facto de o Irão possuir 18% do gás natural e 4,9% dos recursos petrolíferos do mundo, o que lhe confere uma relevante centralidade económica global.

Na avaliação da AEP, trata-se de um mercado com interesse para empresas portuguesas de vários sectores. De entre eles, avultam as fileiras da construção, do turismo, das telecomunicações, da energia, do papel, das máquinas-ferramenta, da alimentação e bebidas, da saúde e dos transportes.

O Irão é um dos 42 mercados abrangido pelo programa associativo de internacionalização para o corrente semestre de 2015 e para 2016, que é cofinanciado pelo Governo de Portugal e pela União Europeia, ao abrigo do Compete 2020. Dele fazem parte meia centena de ações, a maior parte delas de âmbito multissectorial.

Para qualquer informação adicional, poderá contactar:
AEP Internacionalização
Cristina Laranjeira
Tel.: 22 998 17 81; Fax: 22 998 17 74 ou através do E-mail




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