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Reverter agora a tentativa de desvalorização

 


1) Através de um acordo hoje celebrado com os acionistas privados, o Governo de Portugal consumou a reversão da privatização total da TAP. Trata-se de uma decisão corajosa mas arriscada, se tivermos em conta a experiência portuguesa em matéria de parcerias público-privadas, que nem sempre se traduziram em melhoria de serviço aos clientes nem em benefício para os cofres do Estado e para os contribuintes.

2) Ora, assumindo a TAP como de interesse nacional, o Governo tem todas as condições para, de imediato, fazer justiça às regiões Norte e Centro e dar um sinal de efetivo reconhecimento pelo trabalho que as empresas das duas regiões vêm fazendo em prol do incremento das exportações e da melhoria da balança comercial do país – de todo o país!

Basta que, em defesa dos interesses de Portugal, impeça que se concretize o anunciado desinvestimento da TAP no aeroporto Francisco Sá Carneiro, levando a que a empresa seja vista por todos - no continente, nas regiões autónomas e na diáspora - como a transportadora aérea nacional, ao serviço de Portugal inteiro, e fator determinante para a recuperação económica do país e para a afirmação do seu potencial turístico.

3) Como se viu e ouviu nos últimos dias, a posição conhecida dos gestores executivos da TAP quanto à interrupção dos voos diretos de e para Milão, Roma, Bruxelas e Barcelona a partir do aeroporto Francisco Sá Carneiro e à criação de uma rota Lisboa-Vigo concitou a discordância geral das forças políticas, do movimento associativo empresarial e da sociedade civil nortenhos.

O Governo tem aqui, por isso, uma oportunidade soberana para demonstrar ao país inteiro que da reversão que hoje formalizou resulta mais do que uma mera participação social na transportadora aérea. Basta, para tanto, que faça aterrar no país real quem nas últimas semanas levantou voo para outros destinos que não o principal aeroporto do Noroeste peninsular, sem cuidar de previamente dialogar com as instituições e as forças representativas da sociedade civil das regiões servidas pelo aeroporto Sá Carneiro.

4) Tendo em conta situação resultante da reversão da privatização, a AEP - Associação Empresarial de Portugal vem instar o Governo a adotar na TAP uma estratégia de permanente defesa dos interesses nacionais, de valorização do aeroporto Francisco Sá Carneiro como ativo fundamental para o desenvolvimento regional e de parceria em relação às empresas exportadoras e aos agentes turísticos das regiões Norte e Centro.
Matosinhos, 6 de fevereiro de 2016

Pel’O Conselho de Administração da AEP – Associação Empresarial de Portugal,
Paulo Nunes de Almeida
(Presidente)


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