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Publicação Trimestral

 

Análise de Conjuntura, 4º Trimestre de 2016


Nesta Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura, realçamos:

A nível nacional:
- A aprovação do Orçamento de Estado de 2017 e a perspetiva de saída do Procedimento dos Défices Excessivos com um défice público abaixo de 3% do PIB em 2016;
- O aumento do ritmo de crescimento real do PIB no terceiro trimestre (para uma variação homóloga de 1.6%, a mais elevada desde o 2T 2015, e uma variação em cadeia de 0.8%, das mais altas na UE), em resultado da aceleração das exportações (superior à das importações, permitindo um maior contributo positivo da procura externa líquida) e do consumo privado, e da evolução menos negativa do investimento (FBCF);
- A perspetiva do BdP de um crescimento moderado do PIB até 2019 (retomando o nível de 2008), mais assente em exportações e investimento, e menos no consumo;
- O aumento da intensidade exportadora para perto do máximo histórico no terceiro trimestre;
- Uma nova descida da taxa de desemprego no terceiro trimestre, para 10.5%;
- A perda de competitividade nos dois primeiros trimestres devido à apreciação do euro, que se terá revertido até final de 2016 com a perspetiva de divergência de política monetária do BCE face aos EUA, nomeadamente;
- A continuação da queda do stock de crédito ao setor não financeiro, incluindo nas empresas exportadoras;
- A permanência dos preços da energia na indústria nacional entre os mais elevados da UE, sobretudo no gás natural;
- O aumento do salário mínimo para 557 euros;
- A subida da yield soberana a 10 anos para quase 4% com fatores como a eleição de Trump e a não alteração dos limites do programa de compra de ativos do BCE.

A nível internacional:
- A previsão da OCDE de aceleração gradual do PIB mundial até 2018, revisto em alta face ao programa expansionista (mas incerto) da nova Administração Trump nos EUA;
- O alargamento do Plano de investimento para a Europa (Plano Juncker) até 2020 e o reforço de verbas para meio bilião de euros;
- A divergência de política monetária em dezembro, com o BCE a prolongar o seu programa de compra de ativos (mas a menor ritmo) e a Fed a subir as suas taxas diretoras;
- A subida do preço do barril de brent acima dos 50 dólares em dezembro, após acordo para corte da produção de petróleo (dentro e fora da OPEP).



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